02 agosto, 2011

UFMA promove ''Seminário Nacional Corpo e Cultura''

SÃO LUÍS - A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) realiza, entre os dias 11 e 13 de agosto, a terceira edição do "Seminário Nacional Corpo e Cultura" (SNCC), que tem como tema "Corpos Indígenas, Quilombolas e ribeirinhos: (in)visibilidades, preconceitos e resistência cultural". A realização do evento é fruto de uma ação conjunta com a Universidade do Estado do Pará (UEPA). Na programação do evento, estão oficinas e mesas-redondas.


As inscrições para o SNCC podem ser feitas pela internet, por meio do endereço corpoecultura.webnode.com.br. Outras informações podem ser obtidas na Coordenação do curso de licenciatura em Educação Física, no Núcleo de Esportes da UFMA, campus do Bacanga, em São Luís, ou, ainda, pelos telefones (98) 3301-8170 e (98) 3301-8173.

Oficina de Elaboração e Gestão de Projetos Sociais - Módulo 1

Divulgamos essa oficina que acreditamos ser de vosso interesse.

A Oficina de Elaboração e Gestão de Projetos - Módulo 1 tem como objetivo apresentar práticas contemporâneas no campo de elaboração e gestão de projetos para organizações públicas, privadas e terceiro setor, em diferentes áreas do saber. No arquivo anexo segue mais informações.

Por favor, encaminhe solicitação de informação para o e-mail
administracao@aac.org.br



David Machado

Associação Amigos da Criança - Fazenda da Criança

Telefax: (31) 3271-9940

Av. Afonso Pena, 262 - Sala 1617 - Centro - Belo Horizonte-MG -CEP 30130-923

www.aac.org.br

Entidade Parceira do COEP MG e do Instituto BIOTERRA

Festival Latino Americano de Captação de Recursos

Associação Brasileira de Captadores de Recursos promove o 3° Festival Latino Americano de Captação de Recursos com o tema Diversificar para Crescer

Com o objetivo de fortalecer a capacidade de realização de projetos do 3° setor e da área cultural no Brasil, a Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR) promove pelo terceiro ano consecutivo o Festival Latino Americano de Captação de Recursos com o tema Diversificar para Crescer. O evento acontecerá entre os dias 16 e 18 de agosto em Indaiatuba-SP.

O tema deste ano trata dos campos inexplorados em realização de projetos e, sugere que o conhecimento das diferentes estratégias de mobilização de recursos abre o enorme potencial de apoio para as causas que demandam recursos. Algumas temáticas do encontro estão ligadas às novas tendências da sociedade conectada, como é o caso do Crowdfunding, da Economia Criativa e o Marketing Digital; os assuntos clássicos serão revistos e aprofundados: Major Donors, Marketing Relacionado a Causa, Dialogo Direto, Doação de Pessoa Física e Fundações Internacionais, entre outros.

Sendo este o maior evento do gênero na América Latina, palestrantes internacionais de toda o continente americano e também da Europa estarão ao lado dos profissionais brasileiros. Certamente, para quem defende causas sociais ou trabalha com arte e cultura, este será um evento imperdível.



Agenda:

Data: 16 a 18 de agosto de 2011

Local: CEI Itaici - Indaiatuba-SP

Endereço: Rua José Boldrini, 170

Aeroporto mais próximo: Viracopos/Campinas

Inscrições:    http://www.flac2011.com.br/

26 julho, 2011

Fifa deixa para outubro a definição das cidades-sede para Copa das Confederações

A definição de quais serão as cinco cidades-sede da Copa das Confederações de 2013 no Brasil não sairá antes de outubro. A Fifa, que recebeu pedidos do governo brasileiro para antecipar para esta semana a divulgação, já descartou, na última segunda-feira, a possibilidade de fazê-lo. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

No próximo sábado, no Rio de Janeiro, acontece o sorteio dos grupos para as Eliminatórias da Copa do Mundo de 2014 e, a princípio, este evento também serviria para a Fifa divulgar o palco da abertura do Mundial, além das cinco cidades que receberão jogos da Copa das Confederações. No entanto, ainda em junho, a entidade máxima do futebol já havia adiado para outubro todas essas definições.

Acontece que o governo brasileiro tinha a intenção de antecipar a divulgação, tanto do local de abertura da Copa, quanto das cidades-sede do chamado "torneio-teste" do Mundial, para o evento deste final de semana no Rio. Mas, de acordo com a Folha, a disputa entre Salvador, Porto Alegre e Fortaleza pelas duas vagas restantes para sediar a competição - as três outras já estão com Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro - acabou adiando mesmo esta definição da Fifa apenas para outubro.

Na última segunda, o presidente da entidade, Joseph Blatter, desembarcou no Rio de Janeiro, onde fará, durante a semana, uma série de reuniões com o Comitê Olímpico Local (COL) para acertar detalhes para a Copa do Mundo de 2014. No sábado, acontece o primeiro evento oficial envolvendo o Mundial, na Marina da Glória, onde serão sorteados os grupos das Eliminatórias da competição.

Vai uma dica, assistem o Filme/documentário "PACHAMAMA"... Incrível!

Esse filme narra a viagem do diretor, Eryk Rocha, pela floresta brasileira em direção ao Peru e à Bolívia, onde encontra a realidade de povos historicamente excluídos do processo político de seus países e que pela primeira vez na história buscam uma participação efetiva na construção do seu próprio destino.

História, roteiro, fotografia e música - MARAVILHOSAS SURPRESAS!!!

abaixo 2 opiniões valorosas sobre o filme...




Carlos Alberto Mattos

Pachamama, no antigo idioma aymara, quer dizer “mãe-terra”, seu significado se expandindo também para “vida” e “realidade”. Mas há outra palavra mencionada no filme de Eryk Rocha que se presta melhor a defini-lo. É Pachakutik, que significa “universo em movimento”. Eryk fez um road-doc que se vale de dois procedimentos básicos: a viagem e a sintonia do rádio.

O movimento é reiterado desde as imagens de abertura (asfalto em velocidade) e através de estradas, serras e cidades do centro-oeste e norte brasileiro, do Peru e da Bolívia. “Não há limite entre viagem e filme”, diz a voz do diretor logo no início. A viagem, porém, não se torna um tema do filme. Ninguém mais se refere a ela. O que não impede que o movimento seja um eixo narrativo e uma matéria de constante experimentação imagética.

Assuntos e paisagens – naturais e humanas – vão se sucedendo num regime de edição parecido com o girar do dial de um rádio. De vez em quando, é o rádio mesmo que se ouve, provavelmente o rádio do jipe Land Rover, “editando” notícias sobre a situação de determinado lugar. É, portanto, com a superficialidade e a ligeireza de um travelling que Eryk pretende dar conta do motivo de sua viagem: “saber o que estava acontecendo no Peru e na Bolívia” em janeiro de 2007.

Empunhando o tempo todo a própria câmera, o diretor recolhe sinais de uma América do Sul em transformação: aqui um muro grafitado em louvor da “revolução agrária”, ali a manifestação de um militante em prol da civilização aymara, acolá uma imagem de Evo Morales defendendo na TV a legalidade da folha de coca. O Brasil aparece em reflexo nas considerações de peruanos e bolivianos, entre o ressentimento e a admiração.

Quando saiu à procura desse “o que estava acontecendo”, Eryk tinha os olhos voltados não somente para o presente, mas sobretudo para o passado. Peru e Bolívia seriam exemplos de uma tentativa de conciliar política contemporânea e culturas muito antigas. De fato, ouvir a lenda da fundação de Cuzco pela boca de um velho xamã, na língua quéchua, ou a reivindicação de um boliviano a respeito das “nações originárias” andinas é algo que desperta a consciência de uma ancestralidade sul-americana, normalmente sufocada pela premência do futuro e a necessidade do moderno.

Em meio a um amplo descrédito com relação à política tradicional, o filme recolhe também vozes contrárias ao rumo atual das democracias peruana e boliviana. Há tanto quem duvide que a ascensão de representantes indígenas a postos-chave do estado seja a panacéia para os males do continente, como quem se oponha a essa ascensão, caso dos aguerridos autonomistas de Santa Cruz de la Sierra. Enquanto gira seu dial, Pachamama demonstra que está viajando no centro de um lenta fogueira.

Como em Intervalo Clandestino, mas de maneira mais poética e efetiva, Eryk Rocha foca esse novo filme na multidão. Os rostos sem nome enchem a tela como avisos de inquietação, esperança e perplexidade. Quando se move, Pachamama é dominado pela exuberância da natureza. Quando se detém, são os rostos que falam, com palavras ou com silêncios nos quais se pode ler muitos significados. A magnífica edição sonora de Aurélio Dias forja ritmos e atmosferas mobilizadoras, abrindo o campo de representação das imagens para além do visível.

Enquanto partilha conosco um passeio elucidativo pelo coração do continente, dando corda a sua veia experimental, Eryk vai confirmando sua relativa discrição enquanto figura enunciadora nos filmes. Se em Rocha que Voa, sua condição de filho do personagem Glauber permanecia no plano do engendramento, sem nunca chegar ao proscênio, aqui sua presença resume-se à voz de introdução, à referência de um sindicalista sobre “o gringo que nos está filmando” e à crise que o fez passar mal dentro da antiga mina de prata de Cerro Rico de Potosí, na Bolívia. De resto, é no manejo hábil e sensível da câmera que ele se coloca por inteiro.

Pachamamaé o sumo essencial da viagem que Eryk fez com um pequeno grupo de intelectuais no início do ano passado. Uma versão mais completa dessa colheita está passando no Canal Brasil, na série Da Selva à Cordilheira.





Walter Salles

Alguns diretores olham para o mundo de forma tão original e específica que, logo nos primeiros planos de seus filmes, é possível perceber quem está por trás da câmera.

O mestre Eduardo Coutinho é um deles. Alguns jovens cineastas também têm essa rara qualidade. Beto Brant na ficção, por exemplo. Ou Eryk Rocha, no documentário.

Logo nos primeiros planos de Pachamama, viagem documental de Eryk através do continente latino-americano que estreou na última sexta-feira, somos convidados à participar de uma jornada tão sensorial quanto aquela vivida em Rocha que Voa. Nesse mergulho em busca de uma América Latina em transformação, Eryk nos conduz na direção de um continente indígena, onde a herança incaica se revela bem mais próxima de nós do que poderia parecer à distância.

O filme é o resultado de uma viagem feita a partir do Brasil por um grupo de pesquisadores que partem em dois jipes para a Bolivia e o Peru - a tríplice fronteira. Os companheiros de viagem não são nunca enfocados - aqui, só importa quem vive na(s) terra(s) que a câmera de Eryk desvenda. Encontros na estrada, ou à margem dela.

Caminhos, campos, montanhas. Em Pachamama, o mergulho é para dentro do coração de um continente. Cuzco, no Peru, El Alto na Bolívia, algum lugar perdido entre dois vilarejos andinos. "Agosto é o mês em que não deixamos adoecer a terra", nos diz uma india Aymara. Toda uma cosmogonia, uma visão inusitada do tempo e do espaço, começa a tomar forma.

Nessa deriva poética, a câmera interessa-se principalmente pelo humano, mas também pelo político. Escuta-se Evo Morales com a mesma atenção dada àqueles que, na provínvia de tendência separatista que é Santa Cruz, criticam o atual governo boliviano por "não escutar nossos opositores" e "não propor um processo democrático real".

É essa coragem de não fugir ao debate, aliada à uma utilização tão criativa do som e da imagem quanto a dos documentários anteriores de Eryk Rocha, que faz de Pachamama um filme que merece ser descoberto. Um filme para aqueles que querem saber mais notícias sobre a América Latina do que aquelas que chegam a nós pelas TVs. A de um continente em transe.

Paradoxalmente, é o Brasil que pode ser visto refletido à distância. "Quanto mais nos distanciamos do ponto de partida, mais aprendemos sobre nós mesmos", disse uma vez Wim Wenders. "Pachamama" permite tecer a relação entre o Brasil e países que nós parecem tão distantes, mas na verdade não o são. Permite também perceber o quanto o documentário brasileiro é hoje rico e diverso, passos à frente da nossa ficção.

Inscrições no Curso Gerenciamento de Resíduos Sólidos Industriais

Apresentação: O gerenciamento de Resíduos Sólidos Industriais visa abordar o controle sistemático da geração, redução, segregação, armazenamento e coleta de resíduos atendendo à legislação atual aplicável, normas técnicas, exigências de órgãos ambientais e boas práticas industriais por meio das melhores ferramentas de gestão, contemplando o controle de documentos e interfaces necessárias para a implementação de um programa de gestão de resíduos funcional.



Público alvo: Profissionais de nível médio, superior e pós-superior de ensino concluído ou em curso - interessados em conhecer e se especializar no Gerenciamento de Resíduos Sólidos Industriais.

Metodologia: Aulas expositivas e dinâmicas participativas facilitando que o profissional possa atuar no Gerenciamento de Resíduos Sólidos Industriais.

Carga horária total do curso: 16 horas

Data do curso: 30/07 e 06/08

Horário: das 08:30h às 17:30h

Local: Rio de Janeiro - INT - Av. Venezuela, 82, 4.o andar, Centro.

Investimento: R$ 290,00 à vista ou parcelado em 2 x de 150,00 em cheque.

Como se inscrever: Através deste formulário preenchido e remetido para a Dinâmica da Terra via email ou entre em contato conosco em horário comercial por meio dos telefones (21) 2747-9495 0u 4062-0852 / Ramal: 1462 (Ligação local das principais capitais brasileiras).



Instrutor:

Anderson Nascimento: Mestrando em Engenharia Ambiental pelo CEFET- Macaé, MBA em Gestão de QSMS e Sustentabilidade, Tecnólogo em Gestão e Planejamento Ambiental.

Consultor responsável pela implantação, implementação e manutenção de Sistemas de Gestão Ambiental com experiência em Indústrias de Metalúrgicas; Presta consultoria e realiza palestras e seminários sobre Meio Ambiente e Responsabilidade Social. Diretor de Projetos da Dinâmica da Terra Serviços Ambientais Ltda.



PROGRAMA DO CURSO



Módulo 1

1 Introdução

2 Objetivos gerais

3 Definições e Classificações utilizadas

4 Classificação dos Resíduos

5 Planejando o PGRSI

5.1 Levantamento dos Aspectos e Impactos Ambientais

5.2 Requisitos Legais/Obrigações e Responsabilidades

Módulo 2

1 Implantação de PGRSI

2 Implementação e operação

2.1 Estrutura e responsabilidade

2.2 Treinamento, Conscientização e Competência

2.3 Comunicação

2.4 Documentação

2.5 Controle de documentos

2.6 Controle Operacional

2.7 Preparação e atendimento a emergências

Módulo 3

1 Verificações e ações corretivas

1.1 Monitoramento e medições

1.2 Não conformidades e ações preventivas e corretivas

1.3 Registros

1.4 Auditorias no PGRSI

1.5 Análise crítica pela Alta Administração

2 Operação

3 Redução na fonte

4 Manuseio e acondicionamento

5 Pré-beneficiamento

Módulo 4

1 Implantação da Coleta Seletiva

1.2 Metodologia de Levantamento das informações

2 Inventário de Resíduos CONAMA 313

3 Manifestos de Resíduos DZ1310 (FEEMA) on-line

4 Identificação para transporte (resíduos classe I)

5 Avaliação de receptores, Transportadores e destinação final

6 Reciclagem

7 Tratamento

8 Destinação Final

9 Ferramentas (Fluxos, Planilhas de Controle, Modelos)






Convite para apresentação dos Indicadores Sociais de São Luís para a área da Infância.‏

O Observatório Social de São Luís (OSSL) e o UNICE-MA, convidam para apresentação dos Indicadores Sociais de São Luís com recorte na área da infância, no dia 27/07 às 9h, na sede do Instituto de Cidadania Empresarial do Maranhão (ICE-MA).

Endereço: Rua dos Abacateiros, quadra 05 casa 15 - São Francisco - São Luís - Maranhão -

contato: 33126440