Leiam o Informativo Apoema 90.
Acesse http://www.apoema.com.br/informe_apoema90.pdf
A Ong Idesam é um Instituto que atua em projetos e parcerias em prol do Social, Ambiental e Político no Estado do Maranhão. Somos uma equipe de profissionais e universitários com força e capacidade de criação e resolução no que condiz à prática educacional na área de Meio Ambiente. CNPJ: 09.721.322/0001-02 Registro: 33.712 contatos: ong.idesam@yahoo.com.br 88871218/88966300/84537993
02 março, 2011
Atenção Pesquisadores em Turismo
A Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo (RBTur) convida todos os pesquisadores das áreas de Turismo e Hospitalidade com pesquisas científicas recentes a enviarem seus artigos para publicação. A próxima edição está marcada para abril de 2011.
Para informações e regras de submissão de artigos, acesse:
E-mail: rbtur@anptur.org.br
A RBTur é um periódico científico, editado pela Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Turismo (ANPTUR), com acesso aberto e gratuito na World Wide Web, de periodicidade quadrimestral. Destina-se a pesquisadores, docentes e profissionais que atuam no campo do Turismo.
Publica artigos oriundos de pesquisas científicas em turismologia e hospitalidade, submetidos à revisão por pares (double blind peer review). Está indexada pelo Directory of Open Access Journals (DOAJ), pelo Centre International de Recherches et d'Études Touristiques (CIRET) e está em fase de indexação pela EBSCO – ISSN: 1982-6125.
17 fevereiro, 2011
*TIPOS DE AGRICULTURA ECOLÓGICA *
A agricultura orgânica é apenas uma das vertentes da agroecologia. Conheça algumas outras correntes desse manejo agrícola:
Agricultura alternativa
Os princípios dessa corrente são a compostagem e a adubação orgânica e mineral de baixa solubilidade. No Brasil, os precursores dessa técnica foram José Lutzenberger, Ana Primavesi, Sebastião Pinheiro, Pinheiro Machado e Maria José Guazelli. Um conceito fundamental da produção agrícola alternativa é o equilíbrio nutricional da planta.
Agricultura natural
Foi criada no Japão e tem como principal divulgadora a Associação Mokiti Okada (MOA). Usam o princípio da adaptação da planta ao solo e do solo à planta, empregando microorganismos eficientes com capacidade para processar e desenvolver matéria orgânica útil.
Agricultura biodinâmica *
Originária da Alemanha, é baseada no trabalho de Rudolf Steiner, criador da antroposofia. Além da compostagem, sua principal característica é a utilização de “preparados” homeopáticos ou biodinâmicos, elementos fundamentais responsáveis pelo fortalecimento da planta, deixando-a resistente a determinadas bactérias e fungos, e do solo, ativando sua microvida. Existem preparados alternativos desenvolvidos no Brasil, que não utilizam partes animais.
Permacultura
Desenvolvida no Japão e na Austrália, a permacultura tem como principal característica os sistemas de cultivo agro-silvo-pastoris e os extratos múltiplos de culturas. Usam compostagem, ciclos fechados de nutrientes, integração de animais e paisagismo e arquitetura integrados.
Nasseriana
Também chamada de biotecnologia tropical, defende o estímulo e manejo de ervas nativas e exóticas, a multidiversidade de insetos e plantas, a aplicação direta de estercos e resíduos orgânicos na base das plantas e adubação orgânica. É a mais nova corrente da agricultura ecológica e tem como base a experiência de Nasser Youssef Nasr no estado do Espírito Santo.
MESTRADO - CIÊNCIAS AMBIENTAIS
Estão abertas as inscrições para ingresso no Programa de Pós-graduação *Stricto Sensu *em Ciências Ambientais em nível de Mestrado. O mestrado oferece 15 vagas a interessados que tenham nível superior em qualquer área do conhecimento e tem como linhas de pesquisa I - *Uso sustentável e conservção da biodiversidade do Pantanal, Amazônia e Cerrado; II - **Análise socioambiental do Pantanal, Amazônia e Cerrado. *As inscrições poderão ser feitas no período de 14/02 a 11/03, exclusivamente pela internet através do site www.unemat.br/ppgca
04 fevereiro, 2011
As lâmpadas fluorescentes e seu impacto na saúde humana
Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul - 25.01.2011
São Paulo - Há pouco tempo, o jornal Cruzeiro do Sul relatou o descarte indevido de centenas de lâmpadas fluorescentes às margens do rio Sorocaba, sendo que cada uma dessas lâmpadas possui, em seu interior, em média de 15 mg de mercúrio.
Levando-se em conta também a grande quantidade, foram necessários mais de quatro contêineres para a retirada total das lâmpadas. Assim, o potencial de contaminação, não apenas no entorno do rio, mas também para a população que consome água e peixes, pode ser considerado muito grave.
As lâmpadas que foram descartadas indevidamente são as fluorescentes tubulares, amplamente empregadas por indústrias, lojas e escritórios comerciais. Outro modelo amplamente consumido são as chamadas lâmpadas fluorescentes compactas (LFC), que são empregadas na iluminação residencial em substituição às tradicionais lâmpadas incandescentes.
Essa substituição decorre da alta eficiência energética dessas lâmpadas, contribuindo assim para a redução do consumo, e por conseguinte da necessidade de geração de energia elétrica. Tal fato é tão significativo que técnicos do Ministério de Minas e Energia estudam o banimento de lâmpadas incandescentes do mercado até 2016.
O que poucos levam em conta é o processo de descarte das lâmpadas fluorescentes compactas pois, como são de uso residencial, o tradicional destino das mesmas é o lixo doméstico e posteriormente o aterro sanitário municipal. Dados de 2008 da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux) mostram um consumo de 100 milhões de lâmpadas fluorescentes compactas anuais, sendo que esse mercado pode chegar a 400 milhões de unidades/ano, se levarmos em conta a substituição gradativa das lâmpadas incandescentes.
Tendo em vista que cada LFC possui 4 mg de mercúrio, o potencial de contaminação anual por esse metal pode chegar a incríveis 1,6 toneladas/ano. Um número assustador. No entanto, o mais assustador é a pouca atenção dada para o seu processo de descarte: enquanto que para as lâmpadas tubulares uma cadeia de coleta e destinação correta esta sendo implementada (em especial nas indústrias consumidoras do produto), as LFCs são relegadas a segundo plano e não vemos iniciativas em nenhuma parte para seu correto descarte.
Outro fator preocupante é com a saúde dos trabalhadores das empresas de coleta de lixo, pois com o descarte das LFCs no lixo doméstico, as mesmas podem ser esmagadas dentro dos caminhões compactadores, expondo assim essas pessoas ao contato com o mercúrio.
Mesmos os usuários domésticos não estão familiarizados com os riscos que tais lâmpadas representam, pois no caso de uma quebra os mesmos adotam o mesmo procedimento que adotavam no caso de lâmpadas incandescentes (que não representam riscos a saúde quando quebradas), coletando os cacos e depositando os mesmos em sacos plásticos, junto com o restante do lixo.
O mercúrio é um dos metais mais tóxicos empregados pelo homem e portanto devemos tomar cuidado no manuseio e descarte de produtos que o emprega, sendo nesse caso em particular as lâmpadas fluorescentes tubulares e compactas.
Veja algumas recomendações que devemos adotar caso uma lâmpada fluorescente quebre: retire do cômodo crianças e animais de estimação e evite que qualquer pessoa tenha contato com os cacos da lâmpada; ventile bem o ambiente, abrindo portas e janelas; caso a lâmpada tenha se quebrado sobre algum tecido, roupa de cama, toalhas de mesa ou banho, carpetes, entre outros, os mesmos devem ser descartados, e não lavados e reutilizados; para a limpeza dos cacos, use uma luva e uma pá, evitando contato direto, empregue uma fita adesiva para recolher o pó restante e passe uma papel toalha umedecido em todo o local. Importante: não empregue aspiradores de pó, para coleta desse material; todo o material deve ser descartado em um saco plástico grosso que possa ser selado e encaminhado para um centro de reciclagem preparado para operar com o mesmo; caso venha a cortar o dedo com os cacos, ou inale o mercúrio, procure uma assistência médica.
Uma ótima alternativa para o futuro são as lâmpadas LED (abreviatura em inglês de diodo emissor de luz), que são constituídas de materiais inertes, não representam riscos para a população e apresentar uma eficiência energética significativamente superior às lâmpadas fluorescentes.
27 janeiro, 2011
DESTRUIÇÃO DO IBAMA E DAS POLÍTICAS SOCIOAMBIENTAIS
Semana passada na Globo News foi transmitida a entrevista de uma urbanista, que claramente chamou
mais uma vez a atenção das autoridades para a falta de uma política urbana, clara, pragmática, técnica. A cientista professora e pesquisadora da USP, deixou claro a falência do sistema ambiental. A ausência de gestão territorial aplicada. O despreparo dos municipios, dos OEMAS, e do poder público federal na área leia-se IBAMA.
Pois bem o que se viu no IBAMA nessa última década, foi o desmonte do órgão, a edição da RESOLUÇÃO CONAMA 237/97, passando atribuições de licenciamento ambiental para os municipios, que não conseguem gerir a grande maioria deles nem mesmo seu quintal. Por outro lado a ação nociva de dirigentes e autoridades públicas na área federal e estadual, promoveram a competição da repartição de atribuições, por interesses quase sempre alheios ao tema socioambiental. Hoje nessa disputa desenfreada por recursos financeiros, para projetos ditos desenvolvimentistas, o que se vê na prática é a continuidade da incompetência gerencial dos políticos.
Como é possível nos alvéolos intermontanos, nas calhas de potenciais cursos d'água formadores de cachoeiras nos storms, e torrentes pelas enconstas e vales. A tragédia a miopia e o estrabismo de políticos que se abeberam ao bel talante da mentira em detrimento do conhecimento técnico, científico aplicado para salvar vidas, que agora mais uma vez sucumbiram diante de tamanha hipocrisia das chamadas autoridades. Como geógrafo e ex-aluno dos saudosos professores do Instituto de Geociências da UFRJ, Prof. Elmo Amador, Professora Maria Reginna Mousinho de Meis, e outros alertas e operantes até hoje como o Dr. Jorge Xavier da Silva, Aziz Nacib Ab'Saber, fica a pergunta até quando os governistas, os políticos, ficarão sempre no mundo politico e não no mumdo dos seres vivos. É preciso cair na real, chega de mentiras na mídia, chega e fazer politica com a desgraça alheia. Chega de perseguição política.
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Moises Matias lança projeto Sítio ecológico em Rondônia
A Prefeitura do Município de Porto Velho em conjunto com a Associação de Desenvolvimento da Agroecologia e Economia Solidária – ADA AÇAÍ estarão realizando nos dias 21 e 22 de janeiro do corrente, o Lançamento do Projeto Sítio Ecológico.
A programação inicial do Projeto terá dois momentos. No dia 21/01: Seminário de Lançamento do Projeto Sítio Ecológico, com início às 18h30 no Auditório do SEBRAE, aberto para todos os setores da sociedade, com uma palestra ministrada pelo ecologista Moises Matias, autor do livro “sítio ecológico, um guia para salvar a terra”; e dia 22/01, teremos um Dia de Vivência, das 08h às 18h voltado para o público da área de abrangência do setor chacareiro, região periurbana das zonas leste e norte da Cidade de Porto Velho (Núcleo Cinturão Verde), com perspectiva de ampliação do projeto em todo o Município de Porto Velho.
As inscrições estão sendo feitas na Sede da SEMAGRIC, sito à rua Costa e Silva, nº 5315, B. Rio Madeira ou pelos telefones 08006475008 ou 39013371 c/ Rejane, sendo encerradas durante a realização do Seminário. Maiores informações entrar em contato pelos telefones: 92537083 – Moisés (ADA AÇAÍ), 84695302 - Silvanio Matia (ADA AÇAÍ) e 9912 4317 – Clarice (SEMAGRIC).
O Projeto visa a troca de experiências entre os participantes, através de trabalhos em grupo e discussão em plenário. Neste processo, todos os participantes podem contribuir com seus conhecimentos, experiências e emoções, construindo assim uma reflexão aprofundada sobre as práticas e experiências de vida e trabalho. Desta reflexão fluem perspectivas e propostas de mudanças e soluções, que valorizam a proposta ecológica e a tradição do povo da região amazônica.
Moisés Matias é jornalista e o NEA/SEMED - SÃO LUÍS esteve em seu Sitio Panacuí, na zona rural de São Luís (Andiroba, Juçatuba), dando a conhecer seu trabalho aos professores cursistas da Formação PCN Meio Ambiente na Escola.
Parabéns Moisés pelo espaço obtido em outro rincão desse imenso Brasil, boa sorte e bons frutos por lá!
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